É oro, uai!
O que é liso, brilha, faz a felicidade de milhões de pessoas, é pesado, amarelo e é o grande responsável pelo desenvolvimento humano no mundo? E além disso ainda é pequeno, silencioso, apático, quadrado, velho e Montevidéu?
Não, não é “oro, uai”, mas chegou perto. É o Uruguai!
Já dizia o ditado vegetal uruguaio: “Quanto mais planto banana, mais colho arroz. Latifúndio, minifúndio, o difícil é ter a planície vasta e aberta!”
Segundo historiadores, ou melhor, o historiador, ou melhor, um estudante da história do Uruguai, José Luís Lividor, o personagem mais famoso do país é o goleiro Chilavert. Segundo ele, é muito comum confundir Paraguai com o Uruguai (e ri, mesmo sendo da Guatemala que, no máximo, ganhou o Latin American Idol).
O que poucos sabem é que o país tem uma ligação direta contra o terrorismo seletivo e é um grande aliado do Exército dos Estados Unidos da América. Formadores de opinião do Uruguai já sabiam de atentatos terroristas muito antes deles acontecerem, mas ninguém deu atenção; afinal, eram formadores de opinião uruguaios. Além disso, os formadores de opinião uruguaios têm uma pinta preta na ponta do nariz, o que dificulta a conversação.
À beira do Rio de la Plata há areia.
“A mi me gustaria llamarle de Fidel pero aqui no es Cuba, entonces…”, diz um formador de opinião uruguaio, com uma baita de uma pinta preta na ponta do nariz, à beira do Rio de la Plata, referindo-se ao único vira-latas da cidade, o cão Jorge.
Clímax: “Sou de Quiche, do sul da Torta de Palmito, da geração moderna e produtiva de Pernil Assado na Guatemala e exijo respeito!” grita José Luís Lividor, o estudante da história do Uruguai. E complementa: “O Uruguai não passa de uma Cisplatina!”.
O silêncio toma conta do… silêncio…
Nisso ele tem razão; mais uma das coisas que poucos sabiam. O Uruguai também é um anticancerígeno de composição inorgânica, um agente quimoterápico muito eficaz! Mas as pessoas continuam morrendo...
E é amarelo, mas ninguém nunca reparou, afinal é o Uruguai.
Agradecimentos:
Ao povo de Calzone, norte da Pizza, em Macarrão, na Guatemala.
A Gilberto, Rosa e Aguinaldo, em Cuba.
Ao Exército dos Estados Unidos da América.
E ao estado de Minas Gerais.
Este texto foi produzido originalmente com apenas duas onomatopéias.
Não, não é “oro, uai”, mas chegou perto. É o Uruguai!
Já dizia o ditado vegetal uruguaio: “Quanto mais planto banana, mais colho arroz. Latifúndio, minifúndio, o difícil é ter a planície vasta e aberta!”
Segundo historiadores, ou melhor, o historiador, ou melhor, um estudante da história do Uruguai, José Luís Lividor, o personagem mais famoso do país é o goleiro Chilavert. Segundo ele, é muito comum confundir Paraguai com o Uruguai (e ri, mesmo sendo da Guatemala que, no máximo, ganhou o Latin American Idol).
O que poucos sabem é que o país tem uma ligação direta contra o terrorismo seletivo e é um grande aliado do Exército dos Estados Unidos da América. Formadores de opinião do Uruguai já sabiam de atentatos terroristas muito antes deles acontecerem, mas ninguém deu atenção; afinal, eram formadores de opinião uruguaios. Além disso, os formadores de opinião uruguaios têm uma pinta preta na ponta do nariz, o que dificulta a conversação.
À beira do Rio de la Plata há areia.
“A mi me gustaria llamarle de Fidel pero aqui no es Cuba, entonces…”, diz um formador de opinião uruguaio, com uma baita de uma pinta preta na ponta do nariz, à beira do Rio de la Plata, referindo-se ao único vira-latas da cidade, o cão Jorge.
Clímax: “Sou de Quiche, do sul da Torta de Palmito, da geração moderna e produtiva de Pernil Assado na Guatemala e exijo respeito!” grita José Luís Lividor, o estudante da história do Uruguai. E complementa: “O Uruguai não passa de uma Cisplatina!”.
O silêncio toma conta do… silêncio…
Nisso ele tem razão; mais uma das coisas que poucos sabiam. O Uruguai também é um anticancerígeno de composição inorgânica, um agente quimoterápico muito eficaz! Mas as pessoas continuam morrendo...
E é amarelo, mas ninguém nunca reparou, afinal é o Uruguai.
Agradecimentos:
Ao povo de Calzone, norte da Pizza, em Macarrão, na Guatemala.
A Gilberto, Rosa e Aguinaldo, em Cuba.
Ao Exército dos Estados Unidos da América.
E ao estado de Minas Gerais.
Este texto foi produzido originalmente com apenas duas onomatopéias.
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